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sábado, 25 de março de 2017

FAZENDO A FESTA... Com vários palhacinhos!


Um palhaço
Dança contente
Baila ao ar
solto ao vento!

Dois palhaços
Fracos, franzinos
Fazem palhaçadas 
Divertem os meninos!

Três palhaços
Todos granfinos
Animam a festa
Com violinos!

Quatro palhaços
Ainda meninos
Foram pra cama
Já quase dormindo!

Cinco palhaços
Bem barrigudos
Terminam a festa
Mexendo com tudo!




Profª Fatuca 2016
 27 / 03 Dia do circo!

4 comentários:

  1. Reinando a alegria nessa festa!
    Abraço.

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  2. Muito legal!!!! Vou ler para meus alunos

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  3. Poetisa Fá; em uma das raras vezes que tive a honra de “Quid pro Quo” com o Mestre Ariano Suassuna, após Aula-espetáculo como cátedra de Folclore no curso de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais com ênfase Rural na UFRPE, descobri pelo próprio que profissionalmente a minha data era 10 de dezembro, ou seja, a mesma do dia da Declaração dos direitos humanos e, a do Palhaço.

    Segundo ele era um privilégio e tanto, pois em se tratando a defesa do lirismo de loucos, bêbados e clowns era magia pura de encantamento, já que estas figuras simbolizavam tipos humanos conhecidos por seus desequilíbrios de sanidade, conduta e seriedade, ou seja, se comportando de maneira espontânea, sem censuras nem repressão.

    Professora Fatuca; em suma, como Sociólogo tornei-me Marxista Autônomo, na Boemia virei ébrio de amor, e como bufão espero o tempo certo para no circo ideal continuar com cara de palhaço, pinta de palhaço, roupa de palhaço até o fim, já que sei quanto é doloroso o personagem se afastar do palco por alguém que não o ama.

    Então... se ontem eu me desfiz, e hoje, por acaso, ainda me desfaço, é que não trago no rosto o verniz, ou tampouco maquiagem mas, mesmo sem saber ordinalmente minha classificação também estou nesta festança que é viver.

    Beijos, abraços fraternais e saudações Sanromanas!!!!

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  4. Poetisa Fá; em uma das raras vezes que tive a honra de “Quid pro Quo” com o Mestre Ariano Suassuna, após Aula-espetáculo como cátedra de Folclore no curso de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais com ênfase Rural na UFRPE, descobri pelo próprio que profissionalmente a minha data era 10 de dezembro, ou seja, a mesma do dia da Declaração dos direitos humanos e, a do Palhaço.

    Segundo ele era um privilégio e tanto, pois em se tratando a defesa do lirismo de loucos, bêbados e clowns era magia pura de encantamento, já que estas figuras simbolizavam tipos humanos conhecidos por seus desequilíbrios de sanidade, conduta e seriedade, ou seja, se comportando de maneira espontânea, sem censuras nem repressão.

    Professora Fatuca; em suma, como Sociólogo tornei-me Marxista Autônomo, na Boemia virei ébrio de amor, e como bufão espero o tempo certo para no circo ideal continuar com cara de palhaço, pinta de palhaço, roupa de palhaço até o fim, já que sei quanto é doloroso o personagem se afastar do palco por alguém que não o ama.

    Então... se ontem eu me desfiz, e hoje, por acaso, ainda me desfaço, é que não trago no rosto o verniz, ou tampouco maquiagem mas, mesmo sem saber ordinalmente minha classificação também estou nesta festança que é viver.

    Beijos, abraços fraternais e saudações Sanromanas!!!!

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