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sábado, 24 de junho de 2017

BELO SÃO JOÃO... Descrevendo a cena!


A noite chegou bonita
Avisando qu'era S. João
A fogueira logo soltava
Labaredas de montão!

A Lua e as Estrelas
Deu boa noite e se afastou
Deixando que a fogueira
Brilhasse com todo fervor!

As damas e cavalheiros
Entoaram uma canção
E a platéia animada
Dava viva a S. João!

Fogos alegres no céu
Faziam piruetas no ar
Anunciando pro povão
Que o arraiá vai começar!

Um sanfoneiro famoso
Tocava o Gonzagão
E todos eufóricos gritavam
Viva nosso "rei do baião"!

Nosso nordeste é grande
Nos belos festejos juninos
São eles bem celebrados
Por meninas e meninos!





Profª Fatuca - 2017
E VIVA O SÃO JOÃO!

2 comentários:

  1. Êita Cumadre Fatuca; essa prosa me recordou as Carolinas com “K” que nem fé dava d’eu nos cateretês na Terra da Pedra do Sapo e do Pelo. Caboclas morenas, negras, ruivas e loiras... todas elas sertanejas brônzeas do sol com a lua e, trigueiras deslumbrantes tais quais as fulôres silvestres de nossa mata branca (muçambê, velame, jurema e cardeiro) que, entre xamêgos abufelados no xenhenhém e fungados de arrupiar o pescoço nos arraiá das salas de reboco da vida me fizeram orgulhoso de ser nordestino, sim. Nordestinado, não.

    Ô Poetinha... quem me dera voltar pros braços desses xodós e dizê-las que pra mim, as saias delas jamais terminaram muito cedo ou, as blusas começaram muito tarde nos arrasta-pés, rela-bucho ou bate-coxas, coisa totalmente diferente nesses tempos de forró-bodejo, onde um caba berra e umas cabritas saltitam. Com toda admiração e respeito às minhas amadas e amigas: até hoje arde uma fogueira n’eu por causa de “ocês”.

    E, Fá; como seu fã dou pra ti... abraços fraternais, beijos e saudações SANROMANAS!!!!!

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  2. Êita Cumadre Fatuca; essa prosa me recordou as Carolinas com “K” que nem fé dava d’eu nos cateretês na Terra da Pedra do Sapo e do Pelo. Caboclas morenas, negras, ruivas e loiras... todas elas sertanejas brônzeas do sol com a lua e, trigueiras deslumbrantes tais quais as fulôres silvestres de nossa mata branca (muçambê, velame, jurema e cardeiro) que, entre xamêgos abufelados no xenhenhém e fungados de arrupiar o pescoço nos arraiá das salas de reboco da vida me fizeram orgulhoso de ser nordestino, sim. Nordestinado, não.

    Ô Poetinha... quem me dera voltar pros braços desses xodós e dizê-las que pra mim, as saias delas jamais terminaram muito cedo ou, as blusas começaram muito tarde nos arrasta-pés, rela-bucho ou bate-coxas, coisa totalmente diferente nesses tempos de forró-bodejo, onde um caba berra e umas cabritas saltitam. Com toda admiração e respeito às amadas e amigas: até hoje arde uma fogueira n’eu por causa de “ocês”.

    E, Fá; como seu fã dou pra ti... abraços fraternais, beijos e saudações SANROMANAS!!!!!

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