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domingo, 31 de março de 2019

SÓ LEMBRANÇAS... Antiga praça de Fernando pedrosa!


Cadê a praça
Do meu lugar?
Só uma estátua
Solitária está!

Não há mais bancos
Nem o jardim...
Só as lembranças
Dentro de mim!

Finais de semana
Que alegria!
Encontros inesperados
Aconteciam!

Era uma festa
Sábados e domingos...
Coisas gostosas
Íamos curtindo!

Lá conversávamos
Divirtíamo-nos..
E namoricos
Também havia!



Profª Fatuca - 2017

Um comentário:

  1. Querida Poetinha; certa vez rabisquei uma singela opinião referente a esse crime arquitetônico no blog do meu irmão uniparental e seu mano de barriga, onde lacrimejei a dor nostálgica pela perda de nosso roteiro sentimental, pois além de ver a contragosto com os olhos, enxerguei com minh‘alma a destruição da identidade cultural, fazendo surgir assim uma cidadela sem passado em nome do progresso.

    Estimada Catedrática; não sou tão sensível quão você nas palavras, mas, enquanto eu e tu vivermos, nem essa praça ou, a anterior em estilo inglês, morrerá nas retentivas de nossos corações, pois, mais do que ter sido patrimônio histórico, sempre será memória afetiva em nós.

    E ainda... eles passarão, a gente: PASSARINHO. Enfim minha tri-conterrânea, amplexos fraternais, ósculos santos e saudações Sanromanas sempre.

    PS: segue abaixo o texto publicado no Antena Ligada.


    Quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

    Ponto de Vista

    Retalhos históricos e sentimentais.

    Zé do Magnos; há tempos meu olhar vagabundo, de cachorro vadio olhou uma pintada que estava no cio num determinado espaço público (Palco do cotidiano), e mesmo assim, eu, sem ser delinquente, dormi nos seus assentos vendo flores e jardins sem nenhum guarda para me importunar.

    Bom, meu Véi; o tempo passou e eu voltei para o recinto com a intenção de deitado em quaisquer cômodos daquele lugar enxergar o céu de baixo para cima e saciar orgulhosamente a nostalgia de ser filho da Terra da Pedra do Sapo.

    Companheiro: continuo um cara carente do ambiente da fala do dia-a-dia, pois o elemento fundamental da arquitetura civilizatória – o espaço da voz e escuta popular não existe mais no solo Joaquinesco – é apenas só e somente só, um monte de metralha e entulhos.

    Meu caro irmão postiço; sabemos que quando este local é degradado, o próprio exercício da democracia é aviltado, e então: a sociedade perde razão e arte de fruir a cidade. Ora; todos sabem que sou Angicano por naturalidade, Fernandopedrozense por derivação gentílica, mas, no meu pedacinho de chão, sempre serei SANROMANO.

    Embora seja uma memória vã, saiba que não fui treinado para ”ser” todo ouvidos, pois: aquele lugar lógico e plebeu foi o antro onde a tua e d’outras liberdades criaram asas. Enfim... gostaria de ter o nosso banco de volta, já que a PRAÇA é nossa.





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